A solução partiu de uma escolha simples e poderosa:
o estande seria uma praça aberta.
Essa ideia guiou todas as decisões.
No térreo, o espaço se organizava em torno de um lounge central orgânico, construído com madeira e vegetação natural. Bancos sinuosos substituíam mobiliários tradicionais, desenhando o fluxo de forma intuitiva e convidando à permanência sem impor usos rígidos.
A iluminação, integrada a estruturas metálicas com vegetação suspensa, delimitava o espaço sem fechá-lo. Mesmo à distância, o estande se destacava por clareza e acolhimento.
As laterais concentravam ativações e photo opportunities estrategicamente posicionados para gerar registros espontâneos, sem interferir na circulação principal.
Na fachada, a testeira de LED assumia papel arquitetônico. Com módulos irregulares e movimento visual constante, reforçava a ideia de dinamismo sem competir com o interior do estande.
E o mezanino? Funcionava como um segundo nível de relação: um ambiente reservado, com controle acústico e visual, pensado para conversas mais profundas e agendas estratégicas, mantendo conexão visual com o térreo.
A execução cenográfica reforçou o conceito!
Madeira natural, serralheria, vegetação e luz quente criaram uma atmosfera confortável, quase um respiro dentro do ritmo intenso da feira. Tudo ali contribuía para o uso real do espaço.
A integração com o Méqui Café, ativação proposta pelo cliente, ampliou ainda mais o caráter relacional do estande.